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Quinta-feira, 28 de Setembro de 2006

Rain drops...

É inevitável que eu hoje veja a chuva de outra forma.

Haverá sempre aquele salpico tresmalhado

Que teimosamente segue o seu caminho solitário..

E há as gotas mais consistentes, as mais fortes..

Que se mantem unidas, resvalando pela vridaça.

Sim, aprendi a distinguir até as transparencias uma a uma..

 

Mas, há coisas que inevitavelmente nunca mudam..

Continuo a preferir a que cai forte e impiedosa

Continuo a abominar a morrinha que molha e não molha.

E sabes ..continuo a perder os guarda-chuvas..

Mas já aprendi duas coisas nestes tempos:

Uma, é que devo sacudir a agua do casaco..

E a outra, mais triste, mas também inevitável

É que quem anda à chuva, molha-se.

sinto-me:
música: You give me..(James Morrisson)

escrevinhado por Mikas às 22:00

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Terça-feira, 26 de Setembro de 2006

Ordinarices e Vulgaridades

Há palavras que estão muito mal amanhadas..

Segundo o dicionário, ordinário significa, entre outras coisas: habitual; que está dentro da ordem natural das coisas; normal, comum, corrente..

Mas se dissermos que Fulano é "ordinário" só lhe estamos a atribuir o outro significado da palavra: reles, de baixa condição, mal educado, ou de qualidade inferior.

E então como pode alguém ou alguma coisa ser ao mesmo tempo normal ou comum e reles e de baixa condição? Estaremos a insinuar que ser-se comum é uma menos-valia ?

E já agora uma pessoa extraordinária é um espectáculo de pessoa, ou é do mais reles que se possa imaginar?

Numa reunião extraordinária da Câmara Municipal será que houve troca de impropérios e mesmo porrada da grossa? Ou foi somente uma reunião que não estava prevista e portanto saiu do normal?

Nos transportes temos a via aérea, a via marítima, a via férrea....e a via ordinária (que se refere ao transporte por veículo automóvel). Posso concluir que os motoristas de TIR são todos uns grosseiros, mesmo os que não mandam assobiadelas nem tem calendários de miúdas nuas penduradas na cabine ?

E quanto à palavra vulgar não estamos nada melhor.

Entre outras definições vulgar pode ser ao mesmo tempo comum, usual e trivial, mas também pode ser notório e impressivo, ou medíocre! Em que ficamos???? É que notório e medíocre são coisas bem distintas!

Se alguém está com uma vulgar constipação, será isso uma trivial doencita ou será uma notória duma FDP duma constipação do c******  com direito a febre alta, nariz ranhoso e olhos lacrimejantes?

E se o João e o Pedro estiverem a comentar a nova namorada do Miguel e um deles fôr da opinião que a achou muito vulgar, será que podemos concluir que a rapariga não passa dum caldinho sem sal ou  antes pelo contrário, ela tem aspecto de quem anda a atacar na noite Lisboeta? Quer-se dizer, podemos ficar com duvidas, não concordas?

Ai... é por estas e por outras que cada vez mais acho que a gente complica muito aquilo que pode ser simples. E a língua portuguesa, sem sombra de duvida, é extremamente traiçoeira.

sinto-me:
música: Crazy - Gnarles Barkley

escrevinhado por Mikas às 12:23

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O que fica por dizer

Sabes..

Às vezes fico presa no pequeno espaço entre as palavras,

Naquele bocadinho que existe entre o que foi dito e o que está por dizer.

Outras vezes perco-me no final das frases,

Agarrada às reticencias, meditando sobre as virgulas,.

E sobretudo, intrigada com as interrogações.

 

Sabes..

Não gosto dos pontos finais,

Mas (e lá está a contradição), preciso de arrumar tudo com um fim.

Tenho de pôr ordem na desordem, se é que me entendes.

Ou seja, eu bem sei que nesta minha mente existe o caos,

Mas é o MEU caos, e por entre a confusão eu sei localizar-me.

 

Também não gosto de ter dúvidas,

Daí não ter paciência para meias palavras, conversas em figuras de estilo

E outras tretas irritantes e enigmáticas.

E contudo não existe apenas o branco e o preto, pois não?

Pois não..mas seja qual for a teoria, que seja clara.

 

Sabes..

Hoje decidi que vou apagar do quadro os nichos entre as letras,

Ninguém vai poder entalar ali nada do que não foi dito.

Équecomadurarealidadepossoeubem.Asduvidaséquemelixamtoda.

sinto-me:
música: A Dança (Polo Norte)

escrevinhado por Mikas às 12:17

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