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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Linhas e nós de nós.

 

Tu e eu somos contínuas linhas paralelas,

Caminhamos lado a lado na mesma direcção

Olho-te, olhas-me, vemo-nos, mas sempre de longe

E seguimos o nosso caminho sem nunca nos tocarmos.

 

Às vezes apetece-me chamar-te

Sair do traço da linha marcada e sentir-te,

Mas calha que nesse momento tu estás distraído

E então calo a voz e retraio a mão estendida.

 

Há quem me diga que me fecho em mim

Que ergo barreiras e impeço a passagem p’ra cá

Mas sabes, contigo… hum, quem sabe talvez..

Pedra a pedra, estou certa que o muro ruía.

 

Vê se páras de andar nessa rota certinha, irra..!

Sai dos carrilhos, anda cá, fala-me, diz-me.

Sacode-te, sacode-me, mexe-te, mexe comigo.

O tempo urge, e passa de repente e eu aqui..

À espera que as nossas linhas se cruzem,

Se entrancem, se embrenhem e se percam num nó cego

Daqueles nós que mão alguma há-de desfazer.

 

sinto-me:

escrevinhado por Mikas às 11:37

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3 comentários:
De Gitano a 11 de Novembro de 2007 às 09:52
Às vezes apetece mesmo gritar :)

Lindo.


De toda a 16 de Novembro de 2007 às 16:24
Esperança, calor e brilho nos olhos.
Como só tu...
Beijo


De Xanuca a 28 de Novembro de 2007 às 09:53
hum..senti uma força ao ler-te..possas..veijos


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