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Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

Temporário..

 

Em passagem por aqui e ali

Fica o meu nome escrito num lençol de agua..

Mais além sou estátua esculpida em areia.

Alguem dirá o que sou ao vento,

E o vento espalhará o que sou..

Ah mas quem o escutará? alguem? Ninguém.

 

O que perdura de mim por aqui

É fugaz como a sombra que toca a parede.

Não passo de mero reflexo num espelho

Mas aquilo que vês não sou eu..

É apenas a imagem que a luz te faz ver..

 

Sou mais uma parcela do lote dum todo.

Uma ínfima parte dum atomo tonto,

E provisóramente ando por aqui e ali.

Um dia adiante não estarei, não serei

E o vento espalhará o que fui

Quem se lembrará ? alguem? Ninguém.

 

(Everything is temporary, anyway)

 

 

sinto-me:

escrevinhado por Mikas às 23:15

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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

Essa coisa chamada Amizade

 

Por estes dias tenho pensado bastante sobre o tema “amizade”. Isto, depois duma noite ter estado à conversa com uma amiga, em que trocamos impressões, e concluímos que não passamos dum par de jarretas com conceitos muito fora de moda..

 

O que teria acontecido para que as pessoas desconsiderem tanto os amigos? Por dá cá aquela palha esquecem-se deles.. Trocam de “amigos” como quem troca de meias. Usam-nos, como artigos descartáveis, que são convenientes, mas uma vez passada a utilidade, desnecessários. Deitam-se fora, como quem deita para o lixo a embalagem vazia dum qualquer produto de supermercado.

 

Com que rapidez se esquecem tantas magoas, dores, frustrações ou ambições partilhadas. Quanta ingratidão... o termo pode parecer exagerado, mas é meu, e não sou mesmo de meias palavras.

 

E como se confundem conceitos.. Nunca uma relação de amizade impediu outro relacionamento de amor ou paixão. Nunca ! E para quem esquece, vou recordar que as paixões podem arder rapidamente, os amores podem chegar e partir, hoje pode haver um, amanhã outro... mas uma amizade conservada, perdura no tempo. Pensem nisso, caso andem com falta de memória.

 

E outra coisa, e esta é a que mais me deixa desiludida:  Triste de quem se esquece dum amigo desamparado, pondo num canto dos recessos da memória as horas que esse amigo nos cedeu quando nós estávamos no fundo do poço, rodeados de lodo.

 

Estaremos de acordo todos que quanto mais nos sentimos on top of the world, mais deveríamos estar propensos a dar a mão, o ombro e o carinho ao nosso amigo que está menos bem ? Não ?( ou seremos só nós a pensar assim, amiga?).

 

É pena…põe-me triste esta perspectiva.

 

sinto-me:
música: Big Girls you are Beautiful !

escrevinhado por Mikas às 14:34

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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Linhas e nós de nós.

 

Tu e eu somos contínuas linhas paralelas,

Caminhamos lado a lado na mesma direcção

Olho-te, olhas-me, vemo-nos, mas sempre de longe

E seguimos o nosso caminho sem nunca nos tocarmos.

 

Às vezes apetece-me chamar-te

Sair do traço da linha marcada e sentir-te,

Mas calha que nesse momento tu estás distraído

E então calo a voz e retraio a mão estendida.

 

Há quem me diga que me fecho em mim

Que ergo barreiras e impeço a passagem p’ra cá

Mas sabes, contigo… hum, quem sabe talvez..

Pedra a pedra, estou certa que o muro ruía.

 

Vê se páras de andar nessa rota certinha, irra..!

Sai dos carrilhos, anda cá, fala-me, diz-me.

Sacode-te, sacode-me, mexe-te, mexe comigo.

O tempo urge, e passa de repente e eu aqui..

À espera que as nossas linhas se cruzem,

Se entrancem, se embrenhem e se percam num nó cego

Daqueles nós que mão alguma há-de desfazer.

 

sinto-me:

escrevinhado por Mikas às 11:37

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